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| O
Homem Apaixonado
Você conhece algum homem apaixonado? Se você
conhece ou conheceu, reflita comigo; - você conheceu
o que há de melhor nesse mundo. Nossa cultura
nos diz que; os homens foram feitos para serem massacrados
de responsabilidades, batalhas, conquistas, dificuldades
financeiras, luta pela sobrevivência e o estigma
de carregar o mundo nas costas (assim pensa a sociedade).
É fácil e comum encontrar uma mulher apaixonada,
mas homens apaixonados quase não percebemos,
é o silencio dos sentimentos masculinos. Fingem
tão bem não ligar, reduzem o amor a conquista,
a disputas e objetivos práticos, mas, assim que
atingem tal objetivo o mesmo passa a não ter
o mesmo fascínio.
Parece pecado se apaixonar! Deve ser uma terrível
gafe demonstrar sentimentos e condenável ser
simplesmente humano.
Gente, não existe esse macho full time! Todos
nós temos de tudo; o poder, a beleza, o bem ,
o mal, o masculino, o feminino, o yin e o yang. Por
outro lado, quando um homem deixa que esses sentimentos
aflorarem, é como ver uma criança dando
os primeiros passos, ou um passarinho no seu primeiro
vôo. Esse homem apaixonado passa a ser mais exigente,
a ter carências, vicissitudes. Passa a gostar
de lojas, de moda, perfumes, cremes, livros, passa a
prestar mais atenção em letras de músicas...
enfim, torna-se mais sensível. Se você
souber manter essa chama acesa, souber lidar com esse
homem enfeitiçado, será uma mulher abençoada,
porque ele é capaz de tudo para ver você
feliz, não medirá esforços.
Acolha-o, Sinta-o, Ame-o, Mime-o. Alimente-o de afagos,
de agrados, de elogios. Mostre correspondência
de sentimentos, mas, não o prenda.
Deixe-o livre para escolher você. Escolher estar
com você, preferir você a qualquer coisa.
Mas por vontade dele. O erro de muitas mulheres é
querer prender seu homem, controlar seus passos, cerca-lo
não de afeto, mas de desconfiança. Se
ele estiver amando você, ele é seu. É
preciso compreender a necessidade de espaço e
respeito mútuo. E os limites são; o outro
é o outro, você é você. O
outro não é seu espelho e nem seu ideal
e objetivo. E nada de se anular em função
do amor. Devemos manter os hábitos, amigos, lazer,
trabalho, individualidade. Essa é a diferença
entre a mulher apaixonada e o homem apaixonado.
O homem não ama menos, não sente menos,
não sofre menos por amor, apenas sempre manteve
sua individualidade.
Assim sendo, ao encontrar com o homem apaixonado, ao
se apaixonar por ele, não abra mão de
seu espaço, de sua individualidade, porque só
assim poderá entender a postura dele.
Carlos
Vicente
Uma
Vida sem Par
Se
te perguntar como seria a pessoa com quem gostaria de
namorar é bem capaz que você me apresente
uma lista bem grande de exigências. Tem que ser
sensível, inteligente, companheiro, fiel, bom
pai, trabalhador, sem vícios, sarado, honesto,
bem humorado, alto, magro, elegante, etc., etc.
Entre homens e mulheres isso é comum, querem
encontrar alguém que esteja de acordo com o seu
próprio ideal. A mídia, as agências
de aproximação, a Internet e alguns livros
comerciais, acentuam a ilusão de que existe a
alma gêmea ou a cara metade, que diga-se de passagem,
nunca vem.
E a razão de tanta gente só, é
por não terem paciência para aprofundar
uma relação, se não for exatamente
do jeito que quer (ideal), nada feito. Ficam procurando
o par perfeito e não se dão conta que
mesmo que ele exista e apareça tem que se ter
habilidade para manter esse amor vivo. Neste sentido
o amor de sua vida nunca vai cair do Céu.
Mas afinal o que está acontecendo?
Conforme uma pesquisa recente desenvolvida pelo (Ipea)
Institudo de Pesquisa Econômica Aplicada da ONU,
10 % da população de Porto Alegre é
de solteiras e separadas sem filhos que vivem sozinhas,
e dessas, 37% não pretendem casar-se para preservar
a liberdade ou por não quererem sofrer.
A solidão parece uma epidemia que está
se alastrando pela humanidade. Há muitos inconvenientes
na vida solitária. A pessoa tende a se acomodar,
a não querer sair de casa, a abandonar os amigos.
E propensa a ser mais triste. Não estou falando
de casamento ou morar junto (o que não acho que
seja solução), falo de relacionamento,
envolvimento, cumplicidade.
Na verdade estamos exigentes com a gente mesmo.Todos
temos defeitos, imperfeições e tentamos
a todo custo disfarçar nossas vergonhas, protegendo-nos
com uma máscara, fazendo de conta que somos seguros
e bem sucedidos. Não abrimos mão de convicções
de certo e errado e vamos nos distanciando dos sentimentos,
do ser humano de carne, osso e coração
O que faz que nos aproximamos de outra pessoa, tenhamos
intimidade (intimidade é preciso no relacionamento),
é exatamente a naturalidade, a espontaneidade,
aquele jeitinho de olhar maroto que tem a criança.
Legal quando alguém se apresenta para você
tal como é. Assim você fica mais humano
e permite que alguém também humano se
aproxime de você, mesmo que esta pessoa tenha
lá suas imperfeições e fraquezas.
Só
assim é que permitimos de fato que o amor aconteça.
Carlos
Vycente

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Namoro
ou Amizade?
Estou
voltando com esse assunto, pois vejo na rua, nos cinemas,
nos cafés e nos eventos em geral, homens de
um lado e mulheres de outro. Difícil integração,
mas por que isso ocorre? Por essas relações
são tão truncadas? Vamos refletir;
Quando o lugar das mulheres era em casa, e o dos homens,
no trabalho, a única maneira de se relacionarem
era através de um romance. Atualmente, eles
trabalham juntos, praticam esportes com o mesmo sucesso,
vão a almoços, baladas, enfim, acontece
toda socialização, que pode envolver
tudo, mas não necessariamente um relacionamento
amoroso. Essa igualdade e a consciência disso
é que torna possível o relacionamento
de amizade entre homem e mulher.
A sociedade sempre incentivou o romance como sendo
o protótipo ideal de relacionamento masculino-feminino.
Muitas pessoas não acreditam na possibilidade
de essa amizade ser real e fazem sempre aquela pergunta;
Vocês são só amigos mesmo?
Hoje o ponto que considero importante para que um
homem e uma mulher possam se tornar amigos de verdade
é o estabelecimento da igualdade entre amigos
e o entendimento disso.
Os obstáculos são muitos, mas a amizade
entre os dois sexos está se tornando não
só uma possibilidade como também uma
necessidade. Se homens e mulheres trabalham, brincam
e convivem em quase todos os campos e ambientes do
mundo atual, precisam aprender a se comunicar e a
compreender um ao outro. As conseqüências
positivas são muitas.
Por
exemplo, com amizades do sexo oposto, é possível
dobrar as possibilidades de contatos, o que resulta
em duas vezes mais portas abertas. Homens podem se
beneficiar do relacionamento com as mulheres, pois
tem a possibilidade de se enriquecer emocionalmente,
elas tendem a discutir seus sentimentos, enquanto
os homens são mais racionais e costumam conversar
sobre assuntos práticos e voltados para o grupo.
A amizade com as mulheres pode levar os homens a falar
mais de si mesmos, a perceber melhor o que sentem,
proporcionando-lhes uma experiência enriquecedora
e intima.
O beneficio que vejo para as mulheres também
é precioso. Com o amigo não há
como passar a noite tentando confortar a amiga que
sofreu uma desilusão amorosa ou discutindo
a melhor tática para conquistar um namorado.
A carga emocional entre as mulheres é muito
grande, e com o amigo as conversar não se tornam
tão sensíveis, já que os homens
não são tão envolvidos com esse
tipo de assunto. Homens tendem a buscar soluções
mais simples, enquanto as mulheres curtem um bom drama.
Aproveitar a visão masculina vai proporcionar
amplitude e objetividade à percepção.
E o programa entre amigos é informal, sem joguinhos
de segundas intenções!
Qualquer que seja o desafio dessa amizade (homem-mulher),
os dois gêneros devem negociar de forma aberta
e honesta quais os limites e significado do relacionamento,
se a atração sexual é um fator
real, como vão lidar com isso e até
onde pretendem chegar. Com dialogo aberto, transparência,
respeito dos sentimentos de cada um, a amizade vai
florescer de modo agradável. Afinal ter amigos
é um dos fatores que mais nos traz alegria
de viver.
Carlos
Vycente
Quem não quer?
Quem
não quer um amor, um relacionamento maduro,
ser feliz, amar de verdade, ser amado, romantismo,
um sexozinho de vez em quando?
Acredito que todo mundo quer. Adolescentes, jovens,
maduros, velhos, todos querem!
Quando estamos amando, o mundo, a vida fica bem mais
doce, leve, pouca ansiedade. Amar é bom, ser
amado é ótimo.
Mas
enquanto o amor não vem, estabeleça
um dialogo consigo mesmo, procure ouvir-se, analisar
comportamento, atitudes e desejos (caia na real: o
par ideal não existe, só na tua cabeça).
Aproveite a entressafra amorosa para a construção
de uma vida maravilha a dois.
Para ser feliz no amor é fundamental ter uma
boa auto-estima. Acredite, a felicidade amorosa começa
justamente quando estamos sozinhos, à espera
do amor. Deve-se compreender que aquilo que você
espera que o parceiro faça, você é
a única pessoa que deve e pode fazer, não
fique esperando que o outro te faça feliz.
Felicidade é uma conseqüência do
investimento no relacionamento e em você. E
a única pessoa que pode te fazer feliz é
você mesmo!
Alimentar a expectativa de um (a) parceiro (a) que
corresponda à todas as suas expectativas é
o caminho mais curto para fazer os seus relacionamentos
naufragarem.
Enquanto você não perceber o não
está funcionando certo dentro de você
(valores), não adianta mudar por fora, ganhar
dinheiro, reconhecimento profissional, roupas novas,
ou outras mudanças externas.
Deve-se procurar aumentar a capacidade de ver o outro
e buscar o crescimento interior. Quando não
se está feliz afetivamente, é comum
acreditar-se que é preciso encontrar alguém
especial para voltar a ser feliz. Isso explica tantas
frustrações, muitas vezes quando uma
pessoa começa a fazer todo o esforço
do mundo para conquistar outra, acaba se afastando
de sua verdade; diz coisas que não diria normalmente.
Na verdade, a dedicação exagerada assusta
e dificilmente agrada.
O melhor é ser o mais autêntico possível
em vez de ficar fazendo “tipo”. É
importante ir devagar, saber que tudo leva um tempo
para acontecer e não tentar apressar esse ritmo.
Quem quer ser um bom parceiro(a) amoroso(a), deve,
antes de tudo, aprender a ser um bom parceiro para
si mesmo.
Carlos
Vycente

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| Amor
Verdadeiro
Todos
nós queremos encontrar o amor verdadeiro, para
muitos é a coisa mais importante do mundo. Queremos
entrar em contato verdadeiro com um outro ser humano
que nos aceite e ame do jeito que somos, alguém
que nos compreenda. Desejamos amizade profunda para
nos sentirmos seguros e aconchegados. Queremos um amante,
que seja como se fosse parte de nós, no qual
possamos confiar cegamente, que nunca se vire contra
nós. Um porto seguro na luta pela sobrevivência.
Desejamos que o outro seja autêntico, verdadeiro,
se mostre abertamente. Simultaneamente queremos impor
condições, como o outro tem que ser de
verdade: “Eu quero que você seja absolutamente
você mesmo. Mas quando você for você
mesmo, deve ser do jeito que eu espero”. Buscamos
o impossível, por isso nós nunca encontramos
o que procuramos.
Essa tendência de procurar transformar o outro
na fantasia em que se acredita, significa encarar o
(possível) parceiro como um produto. “Se
pedimos/esperamos tal coisa, a pessoa tem que se adequar
exatamente. Engano é querer enquadrar o outro
num perfil ideal. Não é saudável
considerar que a solução para tudo está
no encontro com o outro e que esse outro tem o poder
de saciar todas as nossas necessidades.
Acreditar nisso é garantia para o fracasso do
relacionamento, quem quer garantias, acaba travando
o relacionamento e tem maior chance de errar porque
estão à procura de uma garantia. A questão
é que o amor é muito mais encontro do
que procura e, embora existam dificuldades, sim, a busca
da felicidade é sempre um risco e requer um gesto
de ousadia, de entrega. Muitas vezes o medo de compromisso
ou de serem rejeitadas levam as pessoas a terem essa
desconfiança, essa dificuldade de troca sem cobranças.
Estamos mais interessados que o parceiro seja do jeito
que nós o desejamos, do que em conhecer ele de
verdade. Não é possível ter uma
relação verdadeira com uma imagem. Precisamos
ter a coragem de buscar a pessoa de verdade e preferir
verdades desagradáveis a mentiras agradáveis.
Um amor verdadeiro é bom para a saúde,
para tocar a vida, para encarar as dificuldades, é
mais eficaz, mais barato e certamente mais prazeroso
do que uma terapia. Precisamos nos libertar de certas
idéias tradicionais sobre relações.
E tempo de buscar um novo ideal para nossas relações.
Carlos
Vycente
“Não
é o amor que traz felicidade mas sim a maneira
como você ama”.

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O
amor não é bobo
Tem gente que fica procurando um relacionamento (namorado-a)
como solução para os seus problemas,
quando na verdade o relacionamento (amor) acontece
porque você resolveu os seus problemas.
Achamos que o amor tem que se buscar, procurar, encontrar.
Buscamos na internet, nas festas, no Shopping, no
ponto de ônibus. Procuramos o amor por toda
parte, porque achamos que ele está escondido
nesses lugares ou em alguma platéia de cinema
ou teatro.
Precisamos encontra-lo o mais rápido possível,
pois aprendemos e acreditamos que só o amor
constrói. Só o amor traz felicidade.
Há também quem pense que o amor é
medicamento “só o amor salva”.
Mas é o contrário; se você está
com depressão ou ansioso demais o amor não
se aproxima, porque o amor quer ser recebido com saúde
e atenção, ele não quer ser recebido
como um remédio para solidão ou falta
de auto-estima.
É normalmente quando a gente menos espera,
quando já estava desistindo, que o amor aparece.
O amor não é bobo, o amor é esperto
e quer ser bem tratado, por isso escolhe pessoas que
antes de tudo, tratem bem de si mesmas. O amor ao
contrário do que se pensa, não tem que
vir antes de tudo ou depois, o amor não tem
hora.
Queremos
o amor como pré-requisito para o sucesso nos
outros setores de nossa vida, quando na verdade, o
amor espera primeiro você estar bem consigo
mesmo, para só então surgir. Ser feliz
é uma exigência razoável, e não
é tarefa muito difícil ou complexa.
Feliz é aquele que dá o melhor de si
e não se autoflagela por causa dos problemas
do dia a dia e administra seus conflitos, se aceita
como é. Portanto, relaxe.
Como já comentamos anteriormente, não
tem nada a ver com piscinas, carrões, viagens
e príncipes ou princesas encantados.
O relacionamento(amor), é prêmio para
quem é light (sereno).
Carlos
Vycente
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Encontro
e Procura
Todos
nós queremos encontrar o amor verdadeiro, para
muitos é a coisa mais importante do mundo. Queremos
entrar em contato verdadeiro com um outro ser humano
que nos aceite e ame do jeito que somos, alguém
que nos compreenda. Desejamos amizade profunda para
nos sentirmos seguros e aconchegados. Queremos um amante,
que seja como se fosse parte de nós, no qual
possamos confiar cegamente, que nunca se vire contra
nós. Um porto seguro na luta pela sobrevivência.
Desejamos que o outro seja autêntico, verdadeiro,
se mostre abertamente. Simultaneamente queremos impor
condições, como o outro tem que ser de
verdade: “Eu quero que você seja absolutamente
você mesmo. Mas quando você for você
mesmo, deve ser do jeito que eu espero”.
Buscamos o impossível, por isso nós nunca
encontramos o que procuramos.
Essa tendência de procurar transformar o outro
na fantasia em que se acredita, significa encarar o
(possível) parceiro como um produto. “Se
pedimos/esperamos tal coisa, a pessoa tem que se adequar
exatamente. Engano é querer enquadrar o outro
num perfil ideal. Não é saudável
considerar que a solução para tudo está
no encontro com o outro e que esse outro tem o poder
de saciar todas as nossas necessidades. Acreditar nisso
é garantia para o fracasso do relacionamento,
quem quer garantias, acaba travando o relacionamento
e tem maior chance de errar porque estão à
procura de uma garantia.
A
questão é que o amor é muito mais
encontro do que procura e, embora existam dificuldades,
sim, a busca da felicidade é sempre um risco
e requer um gesto de ousadia, de entrega. Muitas vezes
o medo de compromisso ou de serem rejeitadas levam as
pessoas a terem essa desconfiança, essa dificuldade
de troca sem cobranças.
Estamos mais interessados que o parceiro seja do jeito
que nós o desejamos, do que em conhecer ele de
verdade. Não é possível ter uma
relação verdadeira com uma imagem. Precisamos
ter a coragem de buscar a pessoa de verdade e preferir
verdades desagradáveis a mentiras agradáveis.
Um amor verdadeiro é bom para a saúde,
para tocar a vida, para encarar as dificuldades, é
mais eficaz, mais barato e certamente mais prazeroso
do que uma terapia.
Precisamos
nos libertar de certas idéias tradicionais sobre
relações.
E tempo de buscar um novo ideal para nossas relações.
Carlos
Vicente

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PARTNER CLUBE - Confraria de Solteiros & Descasados (as)
Fone: (51) 3336.8036 - de 2ª a 6ª feira das 17:00 às 21:30h. - Porto Alegre - RS |
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