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Carlos Vycente - Promoter Partner Clube Quem não quer um amor?

Uma Vida sem Par

Se te perguntar como seria a pessoa com quem gostaria de namorar é bem capaz que você me apresente uma lista bem grande de exigências. Tem que ser sensível, inteligente, companheiro, fiel, bom pai, trabalhador, sem vícios, sarado, honesto, bem humorado, alto, magro, elegante, etc., etc.

Entre homens e mulheres isso é comum, querem encontrar alguém que esteja de acordo com o seu próprio ideal. A mídia, as agências de aproximação, a Internet e alguns livros comerciais, acentuam a ilusão de que existe a alma gêmea ou a cara metade, que diga-se de passagem, nunca vem.

E a razão de tanta gente só, é por não terem paciência para aprofundar uma relação, se não for exatamente do jeito que quer (ideal), nada feito. Ficam procurando o par perfeito e não se dão conta que mesmo que ele exista e apareça tem que se ter habilidade para manter esse amor vivo. Neste sentido o amor de sua vida nunca vai cair do Céu.

Mas afinal o que está acontecendo?

Conforme uma pesquisa recente desenvolvida pelo (Ipea) Institudo de Pesquisa Econômica Aplicada da ONU, 10 % da população de Porto Alegre é de solteiras e separadas sem filhos que vivem sozinhas, e dessas, 37% não pretendem casar-se para preservar a liberdade ou por não quererem sofrer.

A solidão parece uma epidemia que está se alastrando pela humanidade. Há muitos inconvenientes na vida solitária. A pessoa tende a se acomodar, a não querer sair de casa, a abandonar os amigos. E propensa a ser mais triste. Não estou falando de casamento ou morar junto (o que não acho que seja solução), falo de relacionamento, envolvimento, cumplicidade.

Na verdade estamos exigentes com a gente mesmo.Todos temos defeitos, imperfeições e tentamos a todo custo disfarçar nossas vergonhas, protegendo-nos com uma máscara, fazendo de conta que somos seguros e bem sucedidos. Não abrimos mão de convicções de certo e errado e vamos nos distanciando dos sentimentos, do ser humano de carne, osso e coração

O que faz que nos aproximamos de outra pessoa, tenhamos intimidade (intimidade é preciso no relacionamento), é exatamente a naturalidade, a espontaneidade, aquele jeitinho de olhar maroto que tem a criança. Legal quando alguém se apresenta para você tal como é. Assim você fica mais humano e permite que alguém também humano se aproxime de você, mesmo que esta pessoa tenha lá suas imperfeições e fraquezas.

Só assim é que permitimos de fato que o amor aconteça.

Carlos Vycente

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Namoro ou Amizade?

Estou voltando com esse assunto, pois vejo na rua, nos cinemas, nos cafés e nos eventos em geral, homens de um lado e mulheres de outro. Difícil integração, mas por que isso ocorre? Por essas relações são tão truncadas? Vamos refletir;

Quando o lugar das mulheres era em casa, e o dos homens, no trabalho, a única maneira de se relacionarem era através de um romance. Atualmente, eles trabalham juntos, praticam esportes com o mesmo sucesso, vão a almoços, baladas, enfim, acontece toda socialização, que pode envolver tudo, mas não necessariamente um relacionamento amoroso. Essa igualdade e a consciência disso é que torna possível o relacionamento de amizade entre homem e mulher.

A sociedade sempre incentivou o romance como sendo o protótipo ideal de relacionamento masculino-feminino. Muitas pessoas não acreditam na possibilidade de essa amizade ser real e fazem sempre aquela pergunta; Vocês são só amigos mesmo?

Hoje o ponto que considero importante para que um homem e uma mulher possam se tornar amigos de verdade é o estabelecimento da igualdade entre amigos e o entendimento disso.
Os obstáculos são muitos, mas a amizade entre os dois sexos está se tornando não só uma possibilidade como também uma necessidade. Se homens e mulheres trabalham, brincam e convivem em quase todos os campos e ambientes do mundo atual, precisam aprender a se comunicar e a compreender um ao outro. As conseqüências positivas são muitas.

Por exemplo, com amizades do sexo oposto, é possível dobrar as possibilidades de contatos, o que resulta em duas vezes mais portas abertas. Homens podem se beneficiar do relacionamento com as mulheres, pois tem a possibilidade de se enriquecer emocionalmente, elas tendem a discutir seus sentimentos, enquanto os homens são mais racionais e costumam conversar sobre assuntos práticos e voltados para o grupo. A amizade com as mulheres pode levar os homens a falar mais de si mesmos, a perceber melhor o que sentem, proporcionando-lhes uma experiência enriquecedora e intima.

O beneficio que vejo para as mulheres também é precioso. Com o amigo não há como passar a noite tentando confortar a amiga que sofreu uma desilusão amorosa ou discutindo a melhor tática para conquistar um namorado. A carga emocional entre as mulheres é muito grande, e com o amigo as conversar não se tornam tão sensíveis, já que os homens não são tão envolvidos com esse tipo de assunto. Homens tendem a buscar soluções mais simples, enquanto as mulheres curtem um bom drama. Aproveitar a visão masculina vai proporcionar amplitude e objetividade à percepção. E o programa entre amigos é informal, sem joguinhos de segundas intenções!

Qualquer que seja o desafio dessa amizade (homem-mulher), os dois gêneros devem negociar de forma aberta e honesta quais os limites e significado do relacionamento, se a atração sexual é um fator real, como vão lidar com isso e até onde pretendem chegar. Com dialogo aberto, transparência, respeito dos sentimentos de cada um, a amizade vai florescer de modo agradável. Afinal ter amigos é um dos fatores que mais nos traz alegria de viver.

Carlos Vycente

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Quem não quer?

Quem não quer um amor, um relacionamento maduro, ser feliz, amar de verdade, ser amado, romantismo, um sexozinho de vez em quando?

Acredito que todo mundo quer. Adolescentes, jovens, maduros, velhos, todos querem!

Quando estamos amando, o mundo, a vida fica bem mais doce, leve, pouca ansiedade. Amar é bom, ser amado é ótimo.

Mas enquanto o amor não vem, estabeleça um dialogo consigo mesmo, procure ouvir-se, analisar comportamento, atitudes e desejos (caia na real: o par ideal não existe, só na tua cabeça). Aproveite a entressafra amorosa para a construção de uma vida maravilha a dois.

Para ser feliz no amor é fundamental ter uma boa auto-estima. Acredite, a felicidade amorosa começa justamente quando estamos sozinhos, à espera do amor. Deve-se compreender que aquilo que você espera que o parceiro faça, você é a única pessoa que deve e pode fazer, não fique esperando que o outro te faça feliz. Felicidade é uma conseqüência do investimento no relacionamento e em você. E a única pessoa que pode te fazer feliz é você mesmo!

Alimentar a expectativa de um (a) parceiro (a) que corresponda à todas as suas expectativas é o caminho mais curto para fazer os seus relacionamentos naufragarem.
Enquanto você não perceber o não está funcionando certo dentro de você (valores), não adianta mudar por fora, ganhar dinheiro, reconhecimento profissional, roupas novas, ou outras mudanças externas.

Deve-se procurar aumentar a capacidade de ver o outro e buscar o crescimento interior. Quando não se está feliz afetivamente, é comum acreditar-se que é preciso encontrar alguém especial para voltar a ser feliz. Isso explica tantas frustrações, muitas vezes quando uma pessoa começa a fazer todo o esforço do mundo para conquistar outra, acaba se afastando de sua verdade; diz coisas que não diria normalmente. Na verdade, a dedicação exagerada assusta e dificilmente agrada.

O melhor é ser o mais autêntico possível em vez de ficar fazendo “tipo”. É importante ir devagar, saber que tudo leva um tempo para acontecer e não tentar apressar esse ritmo.

Quem quer ser um bom parceiro(a) amoroso(a), deve, antes de tudo, aprender a ser um bom parceiro para si mesmo.

Carlos Vycente

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Amor Verdadeiro

Todos nós queremos encontrar o amor verdadeiro, para muitos é a coisa mais importante do mundo. Queremos entrar em contato verdadeiro com um outro ser humano que nos aceite e ame do jeito que somos, alguém que nos compreenda. Desejamos amizade profunda para nos sentirmos seguros e aconchegados. Queremos um amante, que seja como se fosse parte de nós, no qual possamos confiar cegamente, que nunca se vire contra nós. Um porto seguro na luta pela sobrevivência.

Desejamos que o outro seja autêntico, verdadeiro, se mostre abertamente. Simultaneamente queremos impor condições, como o outro tem que ser de verdade: “Eu quero que você seja absolutamente você mesmo. Mas quando você for você mesmo, deve ser do jeito que eu espero”. Buscamos o impossível, por isso nós nunca encontramos o que procuramos.

Essa tendência de procurar transformar o outro na fantasia em que se acredita, significa encarar o (possível) parceiro como um produto. “Se pedimos/esperamos tal coisa, a pessoa tem que se adequar exatamente. Engano é querer enquadrar o outro num perfil ideal. Não é saudável considerar que a solução para tudo está no encontro com o outro e que esse outro tem o poder de saciar todas as nossas necessidades.

Acreditar nisso é garantia para o fracasso do relacionamento, quem quer garantias, acaba travando o relacionamento e tem maior chance de errar porque estão à procura de uma garantia. A questão é que o amor é muito mais encontro do que procura e, embora existam dificuldades, sim, a busca da felicidade é sempre um risco e requer um gesto de ousadia, de entrega. Muitas vezes o medo de compromisso ou de serem rejeitadas levam as pessoas a terem essa desconfiança, essa dificuldade de troca sem cobranças.

Estamos mais interessados que o parceiro seja do jeito que nós o desejamos, do que em conhecer ele de verdade. Não é possível ter uma relação verdadeira com uma imagem. Precisamos ter a coragem de buscar a pessoa de verdade e preferir verdades desagradáveis a mentiras agradáveis.

Um amor verdadeiro é bom para a saúde, para tocar a vida, para encarar as dificuldades, é mais eficaz, mais barato e certamente mais prazeroso do que uma terapia. Precisamos nos libertar de certas idéias tradicionais sobre relações.
E tempo de buscar um novo ideal para nossas relações.

Carlos Vycente

“Não é o amor que traz felicidade mas sim a maneira como você ama”.

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O amor não é bobo

Tem gente que fica procurando um relacionamento (namorado-a) como solução para os seus problemas, quando na verdade o relacionamento (amor) acontece porque você resolveu os seus problemas.

Achamos que o amor tem que se buscar, procurar, encontrar. Buscamos na internet, nas festas, no Shopping, no ponto de ônibus. Procuramos o amor por toda parte, porque achamos que ele está escondido nesses lugares ou em alguma platéia de cinema ou teatro.

Precisamos encontra-lo o mais rápido possível, pois aprendemos e acreditamos que só o amor constrói. Só o amor traz felicidade. Há também quem pense que o amor é medicamento “só o amor salva”. Mas é o contrário; se você está com depressão ou ansioso demais o amor não se aproxima, porque o amor quer ser recebido com saúde e atenção, ele não quer ser recebido como um remédio para solidão ou falta de auto-estima.

É normalmente quando a gente menos espera, quando já estava desistindo, que o amor aparece. O amor não é bobo, o amor é esperto e quer ser bem tratado, por isso escolhe pessoas que antes de tudo, tratem bem de si mesmas. O amor ao contrário do que se pensa, não tem que vir antes de tudo ou depois, o amor não tem hora.

Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores de nossa vida, quando na verdade, o amor espera primeiro você estar bem consigo mesmo, para só então surgir. Ser feliz é uma exigência razoável, e não é tarefa muito difícil ou complexa. Feliz é aquele que dá o melhor de si e não se autoflagela por causa dos problemas do dia a dia e administra seus conflitos, se aceita como é. Portanto, relaxe.


Como já comentamos anteriormente, não tem nada a ver com piscinas, carrões, viagens e príncipes ou princesas encantados.

O relacionamento(amor), é prêmio para quem é light (sereno).

Carlos Vycente

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Excesso de Bagagem

Gente! Fim do ano já está aí. Parece mentira, o tempo urge!

Um bom momento para reflexão, do que realizamos e do que ficou por fazer. Importante é nos conscientizar de que o futuro nunca aconterá do jeito que achamos que vai acontecer!

Parece que continuamos a repetir as mesmas rotinas que nos impedem de fazer o que realmente queremos em nossas vidas. Isso tudo é motivo para refletir, já que o final do ano está aí e é o momento de planejarmos nossas vidas futuras.

O difícil é nos desvencilharmos, deixar por menos, deixar passar, deixar de lado, deixar rolar, abrir mão do que não é essencial, do que não é importante, do que não nos causa prazer e, muitas vezes, são fontes de aborrecimento, tristeza, ansiedade e dor. Por que ficamos ainda desapontados quando alguém discorda de nós sobre algum ponto de vista?

O que ganhamos tentando provar que estamos certos e o outro errado? Poderíamos deixar rolar, deixar passar, deixar de lado... Por que carregar tanta bagagem, tantos pacotes e pesos se estamos aqui só de passagem?

Toda essa bagagem é composta por valores e conceitos que aprendemos a dar grande importância. São esses valores que não nos deixam deixar por menos, deixar de lado, deixar passar, nem deixar rolar. Se não tomarmos cuidado, esses valores não nos deixarão viver com qualidade.

Como uma carga desproporcional e altamente inadequada as nossas reais necessidades, carregar valores pela vida afora causam as mesmas dores de cabeça que teríamos para transportar excesso de bagagem numa viagem.

Em longo prazo, os efeitos do excesso de bagagem vão além da ansiedade, do medo e do permanente “peso nas costas”, uma sensação de estarmos vivendo uma vida vazia, solitária e depressiva.

Os valores são fonte de desejos e os desejos são fonte de tensão. Valores são necessários à nossas vidas em sociedade, mas não podem transformar-se em peso, nem em vício sob pena de imporem um sofrimento inútil à vida.

É preciso que eles sejam regularmente submetidos ao crivo da consciência, mediante perguntas: Para onde estou indo com tanta pressa? Onde é que realmente desejo chegar? Preciso de tanta bagagem?

Deixar por menos, deixar pra lá, deixar de lado, deixar rolar. Quando aprendemos o valor de um valor, muitos valores deixam instantaneamente de ter tamanha importância. E só aí conseguimos deixar pra trás tanto peso inútil em nossas vidas.

Carlos Vycente

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Encontro e Procura

Todos nós queremos encontrar o amor verdadeiro, para muitos é a coisa mais importante do mundo. Queremos entrar em contato verdadeiro com um outro ser humano que nos aceite e ame do jeito que somos, alguém que nos compreenda. Desejamos amizade profunda para nos sentirmos seguros e aconchegados. Queremos um amante, que seja como se fosse parte de nós, no qual possamos confiar cegamente, que nunca se vire contra nós. Um porto seguro na luta pela sobrevivência.

Desejamos que o outro seja autêntico, verdadeiro, se mostre abertamente. Simultaneamente queremos impor condições, como o outro tem que ser de verdade: “Eu quero que você seja absolutamente você mesmo. Mas quando você for você mesmo, deve ser do jeito que eu espero”.

Buscamos o impossível, por isso nós nunca encontramos o que procuramos.

Essa tendência de procurar transformar o outro na fantasia em que se acredita, significa encarar o (possível) parceiro como um produto. “Se pedimos/esperamos tal coisa, a pessoa tem que se adequar exatamente. Engano é querer enquadrar o outro num perfil ideal. Não é saudável considerar que a solução para tudo está no encontro com o outro e que esse outro tem o poder de saciar todas as nossas necessidades. Acreditar nisso é garantia para o fracasso do relacionamento, quem quer garantias, acaba travando o relacionamento e tem maior chance de errar porque estão à procura de uma garantia.

A questão é que o amor é muito mais encontro do que procura e, embora existam dificuldades, sim, a busca da felicidade é sempre um risco e requer um gesto de ousadia, de entrega. Muitas vezes o medo de compromisso ou de serem rejeitadas levam as pessoas a terem essa desconfiança, essa dificuldade de troca sem cobranças.

Estamos mais interessados que o parceiro seja do jeito que nós o desejamos, do que em conhecer ele de verdade. Não é possível ter uma relação verdadeira com uma imagem. Precisamos ter a coragem de buscar a pessoa de verdade e preferir verdades desagradáveis a mentiras agradáveis.

Um amor verdadeiro é bom para a saúde, para tocar a vida, para encarar as dificuldades, é mais eficaz, mais barato e certamente mais prazeroso do que uma terapia.

Precisamos nos libertar de certas idéias tradicionais sobre relações.
E tempo de buscar um novo ideal para nossas relações.

Carlos Vicente

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